Nessa postagem, quero complementar a anterior e deixar mais claro que a finalidade do meu trabalho é a entrada de luz sobre o contorno das estruturas. Além disso, deixo à mostra um novo calunga.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Sistema construtivo
Nesse exercício foi exigido que fizéssemos uma estrutura, na qual utilizaríamos o papel hurley para representar as vigas e pilares de aço (perfil em I e U). Além disso, a fim de que tivéssemos um encaixe exato, deveríamos ter cuidado no corte e na colagem das vigas e pilares, já que, caso houvesse uma peça diferente, teríamos dificuldade na montagem total da estrutura.
Na primeira tentativa de realizar esse trabalho, cometi inúmeros erros: os pilares ficaram tortos (não formaram 90° com a superfície) e, além disso, as peças não se encaixaram de forma exata, uma vez que não estavam perfeitamente iguais.
Na segunda tentativa, as peças foram construídas de um modo um pouco mais rápido, pois eu já tive um pouco de prática da tentativa anterior. Mesmo assim, ainda tive dificuldades em manter as mesmas proporções e, principalmente, em colar uma peça na outra. Por fim, consegui manter a simetria.
Este exercício tenha sido essencial para a futura construção do Iberê Camargo. Nele, obtive uma noção de exatidão, além de perceber que é necessário ter paciência e atenção; ou seja, de nada adianta tentar realizá-lo com pressa, pois certamente o resultado será refazê-lo.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Espaço e Luz - 3.3; 3.4; 3.5
No exercício 3, foi exigido alguns fatores, os quais não foram bem explorados no meu trabalho. Em relação à escala dos calungas, nas duas fotos abaixo são visíveis as diferenças de proporções entre um calunga e outro e ,logo, a tamanho aparente do ambiente(caixa).
Além disso, percebe-se nessas fotos acima o uso do papel alumínio, o qual não era utilizado na postagem anterior.
Na próxima foto, o cenário do ambiente muda: ocorre a utilização de uma estampa na parede em frente e o uso do papel vegetal na superfície. A foto por meio do olho mágico não ficou muito visível, assim tirei uma outra para deixar a estampa mais à mostra.
A fim de brincar um pouco mais com o jogo de cores, além de inverter a caixa, adicionei o alumínio para dar um efeito mais interessante. Na foto abaixo, o efeito é com o azul.
Já nestas duas outras, observa que apenas pelo papel celofane trocado, do azul para o verde e para o laranja, o ambiente já muda o seu ar, onde no laranja, por exemplo, ocorre um efeito zen. Ademais, nos calungas, apesar do formato ser igual, as proporções são diferentes (o calunga do ambiente laranja é maior que o do verde).
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Etapa 2
Na etapa 2, foi pedido que representássemos o cenário feito por meio de uma caixa de sapatos. O calunga é constituído por uma espuma floral. A sombra domina a maior parte do ambiente trabalhado. Dessa maneira, a luz natural tem a finalidade de atingir apenas os contornos das estruturas, tanto o entorno quanto à beirada dos andares. Além disso, a condição para o contorno obter a incidência da luz depende da posição desta e do ângulo da foto.
Na foto abaixo, por exemplo, comprova-se essa afirmação, já que o contorno do primeiro andar recebe mais luz que o do segundo. Também é notável a incidência forte da luz natural em todas bordas da caixa (exceto a superfície). No terceiro e quarto andar, devido ao ângulo da foto, podemos perceber somente a entrada de luminosidade "por baixo".
Nesse outro caso, ocorre o contrário: o segundo andar adquire iluminação num espaço maior que o primeiro. Além disso, o sol parece incidir pelo nosso lado esquerdo, uma vez que, na parede desse lado, a incidência é mais abrangente. No terceiro e quarto andares, a iluminação é praticamente imperceptível.
Já nesta outra foto, embora haja a incidência de luz nos dois últimos andares, só se observa nos dois primeiros, devido ao ângulo da foto. Ademais, o calunga de espuma floral está presente a fim de se ter uma noção de escala.
Etapa 1
Corringindo a etapa 1, já que os cenários anteriores estavam com a sombra e iluminação trocados. São oito cenários apresentando bem o contraste de luz e sombra. O que será escolhido para o ambiente da caixa, na etapa 2, será o último cenário da figura dois, onde a luminosidade se dá apenas no contorno das estruturas.
domingo, 15 de abril de 2012
Etapa 1
Na etapa 1, era pedido que criássemos 8 cenários diferentes para o ambiente da caixa. Neste, deveríamos deixar explícito os calungas a fim de se ter uma noção de escala e as partes onde a luz vinda das aberturas incide mais.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Etapa 1
Antes de
realizarmos este exercício, diversas obras de determinados arquitetos foram-nos
apresentadas a fim de obtermos uma noção de que o efeito da incidência de luz –
tanto natural quanto artificial- depende de inúmeros fatores referentes às
aberturas (podem ser vãos, janelas, entre outros) do ambiente trabalhado. Entre
esses fatores, destacam-se: o formato da abertura (pode ser geométrica, por exemplo), a
posição (se está na parte superior, lateral ou, até mesmo, inclinada), o
tamanho (se é pequena ou grande – nesse caso, a entrada da luz pode coincidir
com outra, não dando o efeito desejado) e o material e a cor de que é feita (na
maquete utilizamos papel celofane colorido, com o qual adquirimos um efeito de
luminosidade colorida).
Nesta primeira
foto, é possível observar a vista principal da caixa, em que, podemos brincar com
a incidência de luz. Na primeira figura, por exemplo, ocorre uma incidência em
forma de losango; já na segunda, sendo fechada a parte das janelas geométricas,
a luz se destaca por todo o ambiente e de forma rosada, devida as várias aberturas com caixinha
de fósforo e um círculo com papel celofane na parede direita.
Nas figuras abaixo, observamos o exemplo no qual a luz incidida reflete colorida, devido
ao uso do papel celofane. Além disso, a caixa, girando 90°, recebe uma
incidência de luz das outras aberturas de maneira diferente de quando
permanecia na outra posição. São representadas com dois calungas, para se ter
duas noções de escala.
Por fim, com
as novas aberturas na parte superior, observa-se um novo efeito no ambiente,
com a incidência da luz natural em formato retangular.
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