Antes de
realizarmos este exercício, diversas obras de determinados arquitetos foram-nos
apresentadas a fim de obtermos uma noção de que o efeito da incidência de luz –
tanto natural quanto artificial- depende de inúmeros fatores referentes às
aberturas (podem ser vãos, janelas, entre outros) do ambiente trabalhado. Entre
esses fatores, destacam-se: o formato da abertura (pode ser geométrica, por exemplo), a
posição (se está na parte superior, lateral ou, até mesmo, inclinada), o
tamanho (se é pequena ou grande – nesse caso, a entrada da luz pode coincidir
com outra, não dando o efeito desejado) e o material e a cor de que é feita (na
maquete utilizamos papel celofane colorido, com o qual adquirimos um efeito de
luminosidade colorida).
Nesta primeira
foto, é possível observar a vista principal da caixa, em que, podemos brincar com
a incidência de luz. Na primeira figura, por exemplo, ocorre uma incidência em
forma de losango; já na segunda, sendo fechada a parte das janelas geométricas,
a luz se destaca por todo o ambiente e de forma rosada, devida as várias aberturas com caixinha
de fósforo e um círculo com papel celofane na parede direita.
Nas figuras abaixo, observamos o exemplo no qual a luz incidida reflete colorida, devido
ao uso do papel celofane. Além disso, a caixa, girando 90°, recebe uma
incidência de luz das outras aberturas de maneira diferente de quando
permanecia na outra posição. São representadas com dois calungas, para se ter
duas noções de escala.
Por fim, com
as novas aberturas na parte superior, observa-se um novo efeito no ambiente,
com a incidência da luz natural em formato retangular.
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