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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Etapa 3

              Antes da realização do verdadeiro Iberê com papel Smith, construimos um protótipo  do volume principal da Fundação com papel hurley para que pudessemos observar as dificuldades pelas quais passaríamos (em relação aos encaixes e à precisão) e os erros, os quais cometeríamos.


                Abaixo, por exemplo, observa-se a dificuldade do encaixe da base com a extremidade, uma vez que há inúmeras frestas.


"braços"

Entrada dos fundos

Entrada principal







Etapa 2



                Para iniciar o processo da construção da Fundação Iberê Camargo, começamos pelas curvas de nível do terreno a fim de compreender sua inclinação. Para isso, utilizamos papelão; porém, houve grandes dificuldades ao cortá-lo, uma vez que o material é mais  espesso que o geral, dificultando a precisão. Esses painéis de papelão são de mais ou menos 50x50cm, representando o entorno da fundação.










domingo, 13 de maio de 2012

Etapa 1

                         Após a visita à Fundação Iberê Camargo, foi pedido que construíssemos  uma estrutura semelhante ao Iberê com espuma floral a fim de compreendermos a volumetria do local. Utilizamos os desenhos em planta baixa para começar o processo. Tive dificuldades no corte e, a fim de manter a estrutura bem "lapidada", utilizei palito de dente. 


            



"braços" na fachada




Entrada de serviço na parte de trás do Iberê






sábado, 12 de maio de 2012

Fundação Iberê Camargo

            A fim de realizar o exercício seis, fizemos uma visita à Fundação Iberê Camargo, situada em Porto Alegre, para observarmos melhor os diferentes aspectos dessa obra, dentre elas, a volumetria, a iluminação, a estrutura, entre outros. Assim, segue abaixo algumas fotos e análises da obra. 



Em relação à volumetria, pode-se dizer que a parte frontal é constituída por formas curvas que se assemelham a uma espécie de braços, a qual abraça a sua fachada. Além disso, percebe-se que o bloco branco possui poucas aberturas (há somente poucas janelas e as entradas principal e secundária), permitindo a incidência de luz natural nos corredores. 

 Fachada formada pelos braços e poucas aberturas


Entrada principal

Analisando a estrutura, nota-se que ela não é sustentada por pilares e vigas. Seu suporte ocorre por meio das paredes maciças. 




A iluminação da obra se dá por meio das aberturas zenitais nos braços, onde se encontram os corredores para o fluxo de indivíduos. Além dessas janelas favorecerem a incidência da luz natural, propiciam a vista para uma bela paisagem. 
                             
abertura no teto contribui para uma maior iluminação 


Nessa figura, não se  vê a abertura, apenas a luz que passa por ela. Percebe-se que essa janela põe em prática o que realizamos no exercício três, o jogo de luz e sombra.

a bela paisagem vista através da abertura

outra abertura, porém no primeiro andar e maior; o efeito da luz assim é diferente das aberturas nos corredores



 abertura zenital no saguão

          Presença da luz artificial. Na teoria, ela deveria ser ligada apenas há noite para a economia de energia e porque através dela é possível ocorrer a incidência da luz natural. Entretanto, a luz artificial na prática é utilizada durante o dia, uma vez que a incidência de luz solar nas exposições não é adequada.





Ademais, outros detalhes observados são, por exemplo, a clara orientação.



Detalhe na porta principal: seu vidro contorna a escada


Nota-se o jogo de luz e sombra devido a construção dos braços na fachada.




Nessa figura abaixo, os vãos na superfície e no teto servem para a saída do ar condicionado, de forma que esse compartimento não afete o ângulo visual.