Nessa etapa,
foi pedido que criássemos dois sólidos separadamente e que, depois,
juntássemos, de maneira que fosse possível um se deslocar sobre o outro (neste
caso, o vermelho se deslocar sobre a estrutura interna branca). Com isso,
observa-se que dependendo da posição da base externa, inúmeros efeitos podem ser obtidos. Por
exemplo, na figura
abaixo, temos a sensação de que o sólido vermelho externo é uma base que
sustenta o interno branco.
Já na situação seguinte,
podemos perceber que a estrutura externa encontra-se em suspensão e no topo.
Logo, o efeito é de que o sólido interno sustenta o externo e que não ocorre um equilíbrio de
pesos entre a superfície e o topo da estrutura geral.
Quando a base externa
encontra-se a uma pequena altura da superfície(em suspensão), temos a sensação
de que esta estrutura está quase caindo e, muitas vezes, é possível que o indivíduo sinta-se “claustrofóbico” ao caminhar por baixo.
Nesta outra posição,
percebemos que o efeito de sustentação é o mesmo que o das duas posições
anteriores: o sólido interno sustenta o externo. Além disso, como a base
vermelha situa-se praticamente no meio, o peso dela parece distribuir-se de
forma regular por toda a cobertura da estrutura interna.
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