sábado, 12 de maio de 2012

Fundação Iberê Camargo

            A fim de realizar o exercício seis, fizemos uma visita à Fundação Iberê Camargo, situada em Porto Alegre, para observarmos melhor os diferentes aspectos dessa obra, dentre elas, a volumetria, a iluminação, a estrutura, entre outros. Assim, segue abaixo algumas fotos e análises da obra. 



Em relação à volumetria, pode-se dizer que a parte frontal é constituída por formas curvas que se assemelham a uma espécie de braços, a qual abraça a sua fachada. Além disso, percebe-se que o bloco branco possui poucas aberturas (há somente poucas janelas e as entradas principal e secundária), permitindo a incidência de luz natural nos corredores. 

 Fachada formada pelos braços e poucas aberturas


Entrada principal

Analisando a estrutura, nota-se que ela não é sustentada por pilares e vigas. Seu suporte ocorre por meio das paredes maciças. 




A iluminação da obra se dá por meio das aberturas zenitais nos braços, onde se encontram os corredores para o fluxo de indivíduos. Além dessas janelas favorecerem a incidência da luz natural, propiciam a vista para uma bela paisagem. 
                             
abertura no teto contribui para uma maior iluminação 


Nessa figura, não se  vê a abertura, apenas a luz que passa por ela. Percebe-se que essa janela põe em prática o que realizamos no exercício três, o jogo de luz e sombra.

a bela paisagem vista através da abertura

outra abertura, porém no primeiro andar e maior; o efeito da luz assim é diferente das aberturas nos corredores



 abertura zenital no saguão

          Presença da luz artificial. Na teoria, ela deveria ser ligada apenas há noite para a economia de energia e porque através dela é possível ocorrer a incidência da luz natural. Entretanto, a luz artificial na prática é utilizada durante o dia, uma vez que a incidência de luz solar nas exposições não é adequada.





Ademais, outros detalhes observados são, por exemplo, a clara orientação.



Detalhe na porta principal: seu vidro contorna a escada


Nota-se o jogo de luz e sombra devido a construção dos braços na fachada.




Nessa figura abaixo, os vãos na superfície e no teto servem para a saída do ar condicionado, de forma que esse compartimento não afete o ângulo visual. 
















     





quarta-feira, 9 de maio de 2012

Etapa 2 reforço

                      Nessa postagem, quero complementar a anterior e deixar mais claro que a finalidade do meu trabalho é a entrada de luz sobre o contorno das estruturas. Além disso, deixo à mostra um novo calunga.





sexta-feira, 4 de maio de 2012

Sistema construtivo

           Nesse exercício foi exigido que fizéssemos uma estrutura, na qual utilizaríamos o papel hurley para representar as vigas e pilares de aço (perfil em I e U). Além disso,  a fim de que tivéssemos um encaixe exato, deveríamos ter cuidado no corte e na colagem das vigas e pilares, já que, caso houvesse uma peça diferente, teríamos dificuldade na montagem total da estrutura.
                      Na primeira tentativa de realizar esse trabalho, cometi inúmeros erros: os pilares ficaram tortos (não formaram 90° com a superfície) e, além disso, as peças não se encaixaram de forma exata, uma vez que não estavam perfeitamente iguais.





                   Na segunda tentativa, as peças foram construídas de um modo um pouco mais rápido, pois eu já tive  um pouco de prática da tentativa anterior. Mesmo assim, ainda tive dificuldades em manter as mesmas proporções e, principalmente, em colar uma peça na outra. Por fim, consegui manter a simetria.






                     Este exercício tenha sido essencial para a futura construção do Iberê Camargo. Nele, obtive uma noção de exatidão, além de perceber que é necessário ter paciência e atenção; ou seja, de nada adianta tentar realizá-lo com pressa, pois certamente o resultado será refazê-lo.




terça-feira, 1 de maio de 2012

Espaço e Luz - 3.3; 3.4; 3.5

            No exercício 3, foi exigido alguns fatores, os quais não foram bem explorados no meu trabalho. Em relação à escala dos calungas, nas duas fotos abaixo são visíveis as diferenças de proporções entre um calunga e outro e ,logo, a tamanho aparente do ambiente(caixa). 



             Além disso, percebe-se nessas fotos acima o uso do papel alumínio, o qual não era utilizado na postagem anterior. 

          Na próxima foto, o cenário do ambiente muda: ocorre a utilização de uma estampa na parede em frente e o uso do papel vegetal na superfície.  A foto por meio do olho mágico não ficou muito visível, assim tirei uma outra para deixar a estampa mais à mostra.



              A fim de brincar um pouco mais com o jogo de cores, além de inverter a caixa, adicionei o alumínio para dar um efeito mais interessante. Na foto abaixo, o efeito é com o azul.




            Já nestas duas outras, observa que apenas pelo papel celofane trocado, do azul para o verde e para o laranja, o ambiente já muda o seu ar, onde no laranja, por exemplo, ocorre um efeito zen. Ademais, nos calungas, apesar do formato ser igual, as proporções são diferentes (o calunga do ambiente laranja é maior que o do verde).


              






sexta-feira, 20 de abril de 2012

Etapa 2

             Na etapa 2, foi pedido que representássemos o cenário feito por meio de uma caixa de sapatos. O calunga é constituído por uma espuma floral. A sombra domina a maior parte do ambiente trabalhado. Dessa maneira, a luz natural tem a finalidade de atingir apenas os contornos das estruturas, tanto o entorno quanto à beirada dos andares. Além disso, a condição para o contorno obter a incidência da luz depende da posição desta e do ângulo da foto.

            Na foto abaixo, por exemplo, comprova-se essa afirmação, já que o contorno do primeiro andar recebe mais luz que o do segundo. Também é notável a incidência forte da luz natural em todas bordas da caixa (exceto a superfície). No terceiro e quarto andar, devido ao ângulo da foto, podemos perceber somente a entrada de luminosidade "por baixo".

        
         Nesse outro caso, ocorre o contrário: o segundo andar adquire iluminação num espaço maior que o primeiro. Além  disso, o sol parece incidir pelo nosso lado esquerdo, uma vez que, na parede desse lado, a incidência é mais abrangente. No terceiro e quarto andares, a iluminação é praticamente imperceptível.





      Já nesta outra foto, embora haja a incidência de luz nos dois últimos andares, só se observa nos dois primeiros, devido ao ângulo da foto. Ademais, o calunga de espuma floral está presente a fim de se ter uma noção de escala.







Etapa 1

         Corringindo a etapa 1, já que os cenários anteriores estavam com a sombra e iluminação trocados. São oito cenários apresentando bem o contraste de luz e sombra. O que será escolhido para o ambiente da caixa, na etapa 2, será o último cenário da figura dois, onde a luminosidade se dá apenas no contorno das estruturas.

1

2

domingo, 15 de abril de 2012

Etapa 1

             Na etapa 1, era pedido que criássemos 8 cenários diferentes para o ambiente da caixa. Neste, deveríamos deixar explícito os calungas a fim de se ter uma noção de escala e as partes onde a luz vinda das aberturas incide mais.